Borrão

“Treat different people differently. Anything else is a compromise.” (Seth Godin)

Este é um dos princípios que mais aplico profissionalmente. De que outra forma poderemos adequar o nosso trabalho àquilo que cada um pretende para si quando nos procura? Como poderemos identificar as necessidades específicas de cada indivíduo, se não o percepcionarmos como único?

Quando trabalhamos pessoas, “one size fits all” não resulta. Não encarar o meu público-alvo como um grande “borrão” tem sido para mim uma chave para o sucesso.

E vocês, como o vêem?

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Divergent: o medo desperta-te

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Fui ver Divergent sem ter visto o trailer, mas vi alguns minutos de um programa que focava o filme e que que me despertaram a curiosidade. Já tinha lido que o filme era baseado num livro best seller americano de uma jovem autora de Chicago e que afinal não era apenas um, mas uma trilogia: Divergent (divergente), Insurgent (insurgente) e Allegiant (convergente).

Ora, só aqui tínhamos condições para mais um filme à la The Hunger Games ou algo do género. Mas foi uma surpresa. Para mim, o mundo de Divergent, que tem lugar numa Chicago do futuro, e em concreto a sua personagem central, vão além do(s) conceito(s) de Jogos da Fome. A procura pela resposta à pergunta “Quem sou eu?” tudo tem a ver com as questões da adolescência (e na verdade de toda a nossa vida) e da procura da nossa identidade – onde me encaixo? será que encaixo? mas tenho de me encaixar? ou posso ser “fora da caixa”?

Tris é mais do que a heroína auto-proclamada, ela é a personificação da superação feminina face aos medos e às sensibilidades (e empatias) que na realidade causam, muitas vezes, inércia e deitam por terra o sonho de uma vida mais corajosa e destemida. Tris assume o medo e a possibilidade de fracasso é permanente, deixando-nos a sentir uma ansiedade constante e nos “obriga” a fazer o caminho com a personagem.

“Fear doesn’t shut you down; it wakes you up. I’ve seen it. It’s fascinating.”

Shailene Woodley não podia ter tido substituta. Já em The Descendents Shailene não me passou despercebida. Em Divergent, a actriz imprimiu fragilidade e audácia, ambas na dose certa. Sem forçar. (Devo dizer aqui que, esta é para mim a arma de peso quando comparadas Tris e Katniss (The Hunger Games).

Agrada-me também que, apesar de preponderante, a história de amor que surge da inconformidade de Tris perante a sua “fraqueza” física, não é o motor da história. O enredo é sempre guiado pela idiossincrasia de Tris, e isso é refrescante. Falando da história de amor, não posso deixar de salientar a personagem Four. Um corajoso soldado que apesar da sua dureza, não receia reconhecer a força nos outros. Duro, distante para a maioria, protector, e alguém que não quer encaixar numa única categoria. Four está muito bem desempenhado por Theo James (e não é fácil uma personagem masculina cair-me no goto).

A película tem a duração ideal. Se por um lado, ficamos com vontade de saber o que reserva o futuro às personagens após o desenlace final, por outro saimos saciados porque o enredo e a acção enchem-nos as medidas. Por falar em acção (e porque lido com artes marciais todos os dias), achei curioso e interessante, o tempo investido na singularidade do estilo de luta entre a facção dos Dauntless (intrépidos ou corajosos).

Para mim, 5*. Venham os próximos.

E para os que, como eu, ainda não viram o trailer, aqui fica.

(e ainda Shailene Woodley… no final do post)

E porque é sempre bom uma mulher enaltecer outra, aqui fica Shailene Woodley com muita pinta.

Nike Women’s Training WOW

Sou uma fervorosa fã e utilizadora de sapatilhas Nike. Dos vários modelos que tenho, aquele que mais uso pelo conforto, adequação ao meu treino, à corrida e ao meu pé é o modelo Lunarswift 3 (sola Lunarlon). Também sempre gostei da liberdade que os modelos Free conferem à passada e adoro os recentes modelos Flyknit que se moldam ao pé como uma meia.

Já me tinha ocorrido a idéia do quão seria fantástico se uma sapatilha pudesse integrar vários aspectos destes diferentes modelos e, agora, a Nike acaba de lançar dois modelos de Women’s Training desenhados para treinos de alta intensidade: as Nike Free 1.0 Cross Bionic e as Nike Free Hyperfeel Cross Elite.

As Nike Free 1.0 Cross Bionic são o primeiro modelo Free 1.0, onde a diferença de altura da sola entre a zona do calcanhar e da planta do pé é nula, permitindo movimentos naturais e multidireccionais.

As Nike Free Hyperfeel Cross Elite são o primeiro modelo da linha Women’s Training que combina as três tecnologias que  mais revolucionárias da marca: Flyknit, Lunarlon e Nike Free. A tecnologia Flyknit proporciona áreas de respirabilidade e suporte onde são mais necessárias, a sola Lunarlon aumenta a estabilidade, que resulta num amortecimento mais leve e a tecnologia Nike Free oferece uma sensação de andar descalço.

Os Nike Free 1.0 Cross Bionic estarão disponíveis em lojas seleccionadas e na Nike online a 3 de Abril e os  Nike Free Hyperfeel Cross Elite a 1 de Maio. Aqui fica o vídeo.