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A China vive, neste momento, uma espécie de renascimento do Kung Fu com um grande foco de interesse no antigo e lendário Templo de Shaolin construído em 495 AC, na Província de Henan, bem como na sua Ordem.
No seguimento deste novo entusiasmo pela Arte Marcial Chinesa, os produtores cinematográficos de Hong Kong e China mostram também maior interesse e investimento em projectos para o grande ecrã.
Recentemente, foi anunciada a participação de actores reconhecidos – Jackie Chan, Andy Lau e Nicholas Tse – numa grande produção – “New Shaolin Temple“, uma espécie de remake do tão famoso “Shaolin Temple“. Este épico está orçamentado em cerca de 30 milhões de dólares e será filmado no verdadeiro Templo de Shaolin em Dengfeng, na China.
Esta é a primeira vez em 28 anos, que um filme é realizado no Templo, desde a realização de “Shaolin Temple” em 1982, com a estreia do então jovem campeão de Wushu – Jet Li – no grande ecrã.
A história de “New Shaolin Temple” passar-se-á no início do Século XX e contará a história de um jovem rico (Nicholas Tse) que encontra refúgio no Templo, após trágico acidente que se abate sobre a sua família. No templo, o jovem encontrará o seu mestre de kung fu – Jackie Chan.
As fimagens começarão no final de 2009 e a estreia está prevista para 2010.
“This Is It” teve a sua “premiere” na 3ª Feira, estreando em 17 cidades do mundo. Eric Ditzian, repórter da MTV dá-nos uma primeira impressão do documentário.
O directo da MTV, a partir “Red Carpet” da “Premiere” de NY, intercala reportagens com alguns dos intervenientes em “This is It” e permite levantar um pouco a cortina acerca do impacto da morte de Jackson nos mesmos, uma das questões levantadas por Eric Ditzian e que não constam em “This Is It”.
“This is it“, o documentário sobre as muitas horas de ensaio de Jackson durante a preparação para o concerto que iria dar na O2 Arena de Londres, estreia já no próximo Sábado, 28 de Outubro nos cinemas. E para os mais ansiosos a MTV mostrou um clip de 1 minuto de ensaios da música “The way you make me feel”.
Kenny Ortega, realizador de “High School Musical”, é o responsável pelo tratamento das muitas horas de filmagens feitas durante a preparação do espectáculo, tendo realizado este documentário em tempo record.
Para quem ainda não viu o trailer de “This is it“, aqui fica:
Através de uma dica do Joel, descobri a HOME iPhone App, uma aplicação free da GoodPlanet Association criada para informar, sensibilizar e educar para a protecção do planeta, usando a diversidade de conteúdos.
Ver o trailer e imagens do documentário com a descrição de cada uma delas;
Ter acesso, em tempo real e em actualização constante, ao valores totais da população mundial, de toneladas de CO2 emitidas este ano, de kWh de electricidade usada, de hectares de floresta destruídos e de toneladas de óxido nítrico emitidas este ano;
Calcular os gases efeito-de-estufa emitidos por cada um de nós com base no(s) transporte(s) que usamos nas nossas deslocações;
Aceder às mais recentes notícias acerca do ambiente, alimentação, biodiversidade, poluição;
Assistir a entrevistas com pessoas de todo o mundo.
Ainda, o documentário HOME está hoje em 3º lugar no top de produtos mais vendidos da FNAC.
E, por fim, não podia deixar de mostrar como se encontra a votação na sondagem, que ainda está em aberto.
Esta primeira sondagem realizar-se-á durante a primeira semana de estreia de “Home”, até às 00:00h do dia 12 de Junho. A sondagem continuará em aberto após a data referida, para possibilitar uma avaliação a médio-prazo.
Ontem fui ver o documentário ao cinema do Marshopping, gratuitamente com cartão Fnac após ter recebido convite Fnac duplo via email.
O Documentário é de facto assombroso e é urgente que todo e qualquer habitante deste Planeta o veja. Não para que fique chocado (o que é bem provável que aconteça) mas para que perceba que, de facto, tudo, mas tudo, o que fazemos tem impacto. Tudo o que fazemos para destruir e tudo o que fazemos em prol do bem-estar ambiental. Mostrando factos passados, presentes e prováveis futuros, esta produção alerta-nos sobretudo para a enorme capacidade que o ser humano tem para alterar positivamente as consequências das suas acções, consciencializando-nos de que há algo já a ser feito em diferentes partes do globo para reverter o estado de coisas e que muito pode ainda ser feito.
Em jeito de conclusão final, alerta-nos para as possibilidades, para a esperança que existe e é tão real quanto possível, responsabilizando cada um de nós para a sua concretização. A vontade com que se sai é de espalhar o mais possível a mensagem e contagiar todos à volta para que vejam o documentário e se sintam sensibilizados, sejam despertados por ele para estas verdades tão reais. Talvez isto justifique o silêncio cortante que se fez sentir no final da sessão e que acompanhou todos os presentes à saída. É a tomada de consciência que se apresenta tão necessária e urgente.
Portanto, passem a palavra, vejam na web, comprem, e comecem já a fazer a vossa parte. São tantos os caminhos que podem ser tomados para ajudar este nosso grande Lar, que não existe desculpa ou argumento possível para não o fazer. A hora é esta, agora!
Este dia, 5 de Junho, está a ser comemorado com o visionamento mundial do documentário “Home” do realizador francês Yann Arthus-Bertrand.
A origem do Home – Project:
500 000 fotografias em mais de 100 países; 3 milhões de livros vendidos em todo o mundo
100 exposições de acesso gratuito ao ar livre receberam mais de 100 milhões de visitantes
4 documentários visionados por 5 milhões de telespectadores franceses
O livro “A Terra vista do Céu” torna-se um filme: “Home”
Yann Arthus-Bertrand leva-nos numa viagem original à volta da Terra, para que possamos contemplá-la, entendê-la. Home vai ajudar-nos a preceber a nossa relação com o nosso planeta. Serão revelados, em simultâneo, as precisosidades que ela nos oferece e as marcas que deixamos para trás, com um único objectivo: encorajar-nos a proteger o mundo. (in Agenda Cultural Fnac)
Este filme é uma iniciativa não lucrativa. Os seus lucros reverterão a favor da Associação GoodPlanet de Yann Arthus-Bertrand, a qual luta pela protecção do ambiente.
Quem não se recorda de ler a história dramática e com destino traçado de um amor incondicional…?
Quase que a frase nos faz lembrar nós mesmos em certo ponto no tempo, na nossa adolescência…
“Amor de perdição” de Camilo Castelo Branco foi uma das obras literárias de referência na minha adolescência, um pouco a par de “Romeu e Julieta” de Shakespeare e que, sem qualquer hesitação, posso afirmar que marcaram o meu pensamento na sua vertente romântica.
Por esse motivo, a curisosidade em ver esta versão cinematográfica séc. XXI de um amor escrito no séc. XIX e pensado por Camilo Castelo Branco para o séc.XVIII era grande.
“Um Amor de Perdição” de Mário Barroso é uma adaptação livre e muito corajosa da obra literária. Estava expectante, e de facto, aquele que parece ser o objectivo do filme do ponto de vista do seu realizador, cumpriu-se, pelo menos no meu caso: marcar “Simão” como o aspecto mais contemporâneo de toda a história. O jovem obstinado que não reconhece a autoridade e cuja acção marginal à sociedade determina o seu fim trágico, a auto-destruição. Não querendo desvalorizar o amor como motor do desenlace, o funcionamento emocional de oposição de “Simão”, é quanto a mim o pergaminho do final.
Tomás Alves (Simão) tem a naturalidade da representação. A personagem não é fácil, marcada pelo humor oscilante entre o amoroso e o rebelde. Tomás esteve à altura e a meu ver, poderia ainda ter sido mais explorado.
Ainda bem que fui ver no cinema “Slumdog Millionaire” pela segunda vez, pois esta sessão reservava uma agradável surpresa. “3×3“, uma curta sem falas, original e muito cómica de Nuno Rocha, a passar antes de “Slumdog” nos cinemas.
O período de visionamento nas salas Zon Lusomundo terminaria a 15 de Abril, mas pelo que indica o blog irá permanecer durante mais algum tempo, tendo tido até à data referida mais de 117 000 espectadores. Um dos filmes portugueses mais vistos deste ano.
Bio: Nuno Rocha nasceu a 22 Maio de 1977 no Porto. Licenciou-se em Comunicação Audiovisual pelo Instituto Politécnico do Porto em 2007. Ainda como estudante, escreveu e realizou a sua primeira curta-metragem “Berço de pedra”, alcançando vários prémios, com presenças em festivais de relevo em Portugal como o Fantasporto ou o Festival Internacional de curtas-metragens de Vila do Conde. Em 2009 surge com uma nova curta-metragem intitulada “3×3″ onde alcançou o grande prémio “Zon Criatividade em Multimédia”. Actualmente é realizador de publicidade na produtora “krypton” em Lisboa. Está ao mesmo tempo a preparar dois novos projectos, uma nova curta-metragem e a sua primeira longa-metragem. (in nunorocha.net)