Este sketch com Kevin Pereira e Olivia Munn, do programa “Attack Of The Show” é uma paródia hilariante às personagens do filme “Twilight”, em particular a “Bella” que se deixa levar pela mística vampiresca. Haja bom-senso.
Via GizmodoBrasil.

Este sketch com Kevin Pereira e Olivia Munn, do programa “Attack Of The Show” é uma paródia hilariante às personagens do filme “Twilight”, em particular a “Bella” que se deixa levar pela mística vampiresca. Haja bom-senso.
Via GizmodoBrasil.

Acompanhados por Jarod Miller, um Canguru, um Urso, uma Tartatuga, dois Cães-da-Pradaria e uma Águia Real, todos bébés… Ah! E Jimmy Fallon, um talento natural para o desconforto e a curiosidade face às deliciosas criaturas!

O que estes três em comum? Bem, honestamente não estou a ver o que possam ter em comum, à excepção do facto destas três “personagens” não me terem saído da cabeça o dia todo!
É a primeira vez que escrevo sobre o Jimmy Fallon aqui no blog, mas na verdade sou fã incondicional do Jimmy desde o primeiro Late Night! Não posso dizer que conhecesse muito do trabalho dele antes do Late Night, mas ainda consigo lembrar-me de participações num ou noutro programa.
Bem, de facto, gosto muito do Jimmy Fallon. Vejo-o como uma espécie de novo ícone da nossa geração. Um enorme à vontade, um humor oportuno e não exagerado e, aquilo que mais me cativa (como se calhar a muitos dos seus admiradores): a naturalidade na forma de estar e na empatia sincera que parece criar com o espectador. A isto, podemos adicionar o aspecto refrescante e “up to date” dos segmentos “Tech” que vai incluindo no programa. Ah! E de facto, é um “tipo com sorte”, porque não deve haver muito melhor do que ter os “The Roots” como companhia musical, o que em muito contribui para a qualidade do Late Night.

O vídeo do Late Night que vou colocar aqui, inicia com Ice T como convidado e de seguida apresenta um segmento com o enternecedor “Elmo”, personagem da “Sesame Street”, com o pretexto de promover o dvd “Being Green” da mesma série de TV. É realmente fantástica a forma “espontânea” como Jimmy e Elmo conversam… deliciando-nos com as suas vozes.
A partir do minuto 09:10, aqui fica:
Relativamente a Beyoncé, deixo-vos o vídeo da sua actuação no programa da Oprah com “Boy”. O que me ficou a matutar: a sua dramatização da letra da música, especialmente as expressões faciais. Vejam até ao fim e apreciem… :

Adorei esta ponte de Futurama do GizmodoBrasil entre Ozymandias e Steve Jobs:
Mas há muito mais escondido ali, ocultos nas sombras. Especialmente no que se refere ao vilão/salvador da Terra: Ozymandias.
Adrian Veidt.
O superinteligente CEO de uma grande corporação.
Que é vegetariano.
E cujo computador no seu escritório minimalista é um Mac SE.
Um Mac SE executando o Sistema Operacional original da Macintosh no modo de vídeo invertido.
Que é um feroz negociador e empresário.
Que usa uma blusa de gola rolê preta (embora com um terno anos 80 por cima.)
Alguém que é descrito como tendo uma visão única do mundo.
Alguém obcecado com design e detalhes.
Alguém que diz querer mudar o mundo, que está determinado a melhorar as coisas.
Alguém que, ao mesmo tempo em que vê o mundo chegar ao seu final, um pouco antes de salvá-lo, está assistindo ao anúncio do Apple 1984 em uma de suas múltiplas telas de TV em Karnak, a sua base secreta Antártica.
Quero dizer… Alô?

Spam Cartoon é um excelente trabalho made in PT, disponível online desde Setembro de 2008.
Sugiro que vejam todos os vídeos no site. O meu preferido:
Sobre Spam Cartoon:
“Se a realidade rodopia em vertiginoso movimento por que raio há-de o cartoon ficar parado? Spam Cartoon é uma nova espécie de humor gráfico: micro-filmes que riem de temas, situações, políticos, vedetas, embirrações, acontecimentos, ambientes, catástrofes e, quem sabe, ex-namoradas.
Spam Cartoon é um projecto de André Carrilho e João Paulo Cotrim, com a participação de Cristina Sampaio (desenho), João Fazenda (desenho) e José Condeixa (sonoplastia).” (Spam Cartoon)

David Pogue canta sobre a Apple, gadgets e nerds… Resumindo, canta (só um bocadinho) sobre todos nós. Hilariante, mas a fazer todo o sentido! Em seguida explana as tendências em tecnologia para 2009.
Via Gizmodo.

Programa da última 4ªfeira à noite: apresentação do novo livro do Fernando Alvim na Fnac de Braga (e vocês, ah?! 4ª à noite? Em Braga? Não estavas melhor num barzito, prós lados da UM?! Aah… não. Vou partilhar aqui uma inconfidência: a única forma de conseguir tolerar o Alvim até à última 4a feira era ouvindo-o na rádio (e, atenção, até apreciava), pois assim que associava, visualmente, a voz à imagem, num programa seu ou numa qualquer entrevista, era como que ser pulverizada com spray pimenta (desculpa Alvim, o problema não és tu, sou eu… em conflito com o teu não-verbal). É que isto de ser tão humoristica e assumidamente “estou-me nas tintas para a vossa opinião sobre a minha estupidez”… bem… é… quanto a mim, uma virtude fantástica, mas que pode tornar-se perversa. Fiz questão de ficar na primeira fila, pois não há lugar mais apropriado para fintar frente a frente e investigar olhos nos olhos a honestidade com que alguém assume uma personagem, seja ela o seu verdadeiro “eu” ou não. O curioso é…que, tal como muita gente neste país, já li e ouvi grandes e babados elogios a Fernando Alvim, mas nunca me convenceram o suficiente (eu também não sou fácil). Aqui reside o mérito de Alvim. É que em cerca de uma hora, a falar do seu livro e a escarrapachar (linda palavra, não é?) com uma transparência invejável, aspectos da sua história de vida, a personagem convenceu (e não pensem que não sei que isto é lugar-comum). Mas é um facto, Alvim vende. O seu marketing pessoal, que me parece sair naturalmente (com certeza também fruto de trabalho e inteligência), funciona. Escusado seria dizer… mas digo! E assumo! Comprei o livro, estou a adorar e quase a terminar. E sim, tirei uma foto com o Alvim e fiz questão de o cumprimentar, não só pelo livro e porque o homem tem mil projectos de qualidade ao mesmo tempo, mas pelo que para mim foi mais marcante, Alvim conquistou-me (e esta, Alvim?!). Da noite na Fnac, jamais esquecerei duas coisas: as considerações (que não podiam fazer mais sentido, pois quanto a mim são óbvias) de Alvim sobre a realidade do “sexo à bruta” e as escritas pelo próprio para moi na primeira folha do livro que me autografou. Percam lá a ideia… Que não vou partilhar aqui. Quanto a “50 Anos de Carreira”, está de grande saúde e recomenda-se. Acho que, quando terminar de o ler, não vou resistir a colocar aqui no blog alguns pedacitos fascinantes da afamada obra, tal é a lógica pura e dura, das suas apreciações sobre o amor, o país, a vida e a noite. Ao Alvim, só tenho a dizer que… o prazer foi TODO meu, até a uma próxima.
